domingo, 24 de abril de 2011

Capítulos

VII - Zonas de visualização da página impresso

VIII - Padronização gráfica: a identidade do jornal

sábado, 2 de abril de 2011

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA COMUNICAÇÃO - PS-T MARINHA 2011


1.    Novo Manual de Produção Gráfica - BANN, David.. Bookman, 2010.
2.    Senso Crítico – Do Dia-a-Dia às Ciências Sociais - CARRAHER, David W.. 1. ed. Lengage Learning, 1983.
3.    Radiojornalismo - CHANTLER, Paul; HARRIS, Sim.. 2. ed. Summus Editorial, 1998.
4.    Comunicação e Indústria Cultural - COHN, Gabriel.. 5. ed. TAQ – TAQueiroz Editor Ltda. 1987.
5.    Projeto Gráfico - Teoria e Prática da Diagramação - COLLARO, Antonio C.. 4. ed. Summus Editorial, 2000.
6.    Técnicas de Codificação em Jornalismo. - ERBOLATO, Mario L. 5. ed. [S.l.]: Ática, 2008.
7.    Televisão Subliminar – Socializando Através de Comunicações Despercebidas. FERRÉS, Joan. Artmed,1998.
8.    Isto Significa Isso, Isso Significa Aquilo – Guia de Semiótica para Iniciantes - HILL, Sean.. Edições Rosari,2008.
9.     Marketing 3.0: As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano. KOTLER, Philip; KARTAJAYA, Hermawan; SETIAWAN, Iwan. 1. ed. lsevier, 2010.
10.  Releasemania - Uma Contribuição para o Estudo do Press-Release no Brasil. LIMA, Gerson M. 3. ed. Summus Editorial, 1985.
11.  Propaganda é Isso Aí!: Um Guia Para Novos Anunciantes e Futuros Publicitários. MARTINS, Zeca. Saraiva, 2010.
12.  Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem. McLUHAN, Marshall. 12. ed. Editora Cultrix, 2002.
13.  Mídia - Conceitos & Prática MUNIZ, Magda Lúcia Valente.. Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro:Editora Rio, 2004.
14.  O Texto na TV - Manual do Telejornalismo -PATERNOSTRO, Vera Iris.. 2. ed. Elsevier, 2006.
15.  Gramática do Português Brasileiro. PERINI, Mário A. Parábola Editorial, 2010.
16.  O Poder das Marcas PINHO, José Benedito.. 3. ed. Summus, 1996.
17.  Mídias Sociais na Prática RAMALHO, José Antônio.. Elsevier, 2010.
18.  Comunicação Empresarial/Comunicação Institucional: Conceitos, Estratégias, Sistemas, Estrutura, Planejamento e Técnicas. REGO, Francisco Gaudêncio Torquato do. 6. ed. Summus Editorial, 1986.
19.   Propaganda - Teoria, Técnica e Prática SANT’ANNA, Armando; ROCHA, Ismael; GARCIA, Luiz Fernando Dabul. 8. ed. Language Learning, 2009.
20.  Licenciamento, Marca e Significado: Marketing de Reconhecimento.      SILVA, Carlos Lima. Qualitymark,2004.
21.  O Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa: o que muda, o que não muda. SILVA, Maurício. 1. ed. Contexto, 2009.
22.  Diagramação - O Planejamento Visual Gráfico na Comunicação Impressa.       SILVA, Rafael Souza. 7. ed. Summus Editorial, 1985.
23.  Comunicação Empresarial na Prática TERCIOTTI, Sandra Helena; MACARENCO, Isabel.. Saraiva, 2009.
24.   O Corpo Fala: A Linguagem Silenciosa da Comunicação Não Verbal. WEIL, Pierre; TOMPAKOW, Rolan. 67. ed. Vozes, 2010.

Jargão Jornalístico


CRÔNICA: Segundo Rabaça e Barbosa (2002) é um texto jornalístico desenvolvido de forma livre e pessoal, a partir de fatos e acontecimentos da atualidade, com teor literário, político, esportivo, artístico.
DECUPAGEM: Segundo Vera Paternostro (2006) no telejornalismo é o primeiro passo para a  realização de uma boa edição.
DIREITO DE RESPOSTA: De acordo com o artigo 14 do código de Ética do Jornalista, é o direito que o jornalista deve permitir às pessoas envolvidas ou mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos ou incorreções.
LEAD: São as questões básicas da informação: O quê, quem, quando, onde, como e porquê.
NARIZ-DE-CERA: O preâmbulo, muitas vezes desnecessário, longo e vago, composto em medida menor do que a medida normal da coluna ou da página, que vigora na imprensa até o surgimento do lide. Técnica utilizada na redação de um press-release para a divulgação nos diversos veículos de comunicação.
PAUTA: Conjunto de assuntos que uma editora está cobrindo para determinada edição do jornal, com uma série de indicações transmitidas ao repórter.
PASSAGEM: No telejornalismo é o momento em que o repórter aparece no corpo da matéria, para prestar informações complementar com comentários ou “assinar” a reportagem.
PRESS-KIT: Peça utilizada pelas assessorias de imprensa, especialmente para o lançamento de produtos ou serviços, para divulgar grandes eventos ou para a preparação de entrevistas coletivas. Esta ferramenta a que inclui, além de textos, outros itens, como fotos, imagens, folderes, estatísticas etc..., todos destinados à divulgação de um fator jornalístico.
SUÍTE: Dar continuidade à procuração de um fato já noticiado pelo próprio veículo ou por outro órgão de imprensa que continue sendo de interesse jornalístico, mediante acréscimo de novos elementos para a publicação de notícias atualizadas.
ZAPPING: Hábito de trocar de canais em um televisor com controle remoto.

terça-feira, 29 de março de 2011

Relações Públicas


A frase “The public be damned” (O público que se dane) dita por William Henry Vanderbil, marcou o início de uma reação da opinião pública contra os industriais americanos, originando as primeiras ações de Relações Públicas.

O primeiro país no mundo a reconhecer oficialmente as Relações Públicas como profissão foi o Brasil.

Relações Públicas é o profissional que desempenha o papel de “agente catalisador” dentro da empresa, congregando a administração e os empregados. Utiliza esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre uma organização e seu pessoal, assim como entre a organização e todos os grupos aos quais está ligada direta ou indiretamente. 

PRESS-KIT é uma ferramenta usada para divulgar uma inauguração ou outro evento de RP.
A PROPAGANDA é utilizada para dissipar falsas impressões ou corrigir concepções errôneas que prejudiquem o conceito de uma instituição junto à opinião pública.

O PLANEJAMENTO é uma das funções do Relações Públicas , que realiza-se, corretamente, por meio da definição clara dos objetivos e metas, adoção de estratégias e de programas de ações necessárias.

PÚBLICO no ponto de o vista do Relações Públicas, é um grupo de pessoas com um interesse em comum.

                Trabalhando com o PÚBLICO INTERNO, zela pelas condições de trabalho, mantém contato com os funcionários para elucidar tudo sobre a política da empresa e organizar cursos para a integração e atualização do pessoal.

                SEMÂNTICA QUALITATIVA é utilizada na análise de conteúdo como técnica utilizada no método de observação indireta da pesquisa de opinião.

                ASSESSORIA DE IMPRENSA embora integradas as áreas da Comunicação Social possuem tarefas e responsabilidades bem distintas. As Relações Públicas possui a incumbência de realizar pesquisas para conhecer opiniões, hábitos e atitudes dos públicos e montar cadastro atualizado dos vários segmentos de interesse para a instituição.

                No âmbito das Forças Armadas o papel das Relações Públicas é informar aos diferentes públicos as atividades e realizações militares, a fim de obter maior confiança e compreensão por parte da coletividade.

                Mostrar ao público que estão cumprindo, leal e  eficientemente, as tarefas e elas pertinentes, agindo no interesse nacional.

                Envidar esforços para que o jovem recruta, ao retornar à vida civil, leve uma imagem favorável dos dias de caserna, de tal modo a transformá-lo num elemento de Relações das Forças Armadas.

                PESQUISA bibliográfica, pesquisa institucional ou administrativa e a pesquisa de opinião pública são exemplos de instrumentos para o levantamento de dados que permitem um diagnóstico preciso.

Segundo J. B. Pinto (1990), para uma boa PESQUISA, após a identificação dos tipos de públicos, deve sondar opiniões, atitudes e reações de seus públicos frente às suas políticas e atos, cumprindo um importante papel na fase do diagnóstico da situação, a pesquisa em Relações Públicas possibilita conhecer, entre outros, o que determinado público pensa e faz.

Os dois principais MÉTODOS DE PESQUISA de opinião para Monique Augras, citado por J. B. Pinto (1990) são o Método da observação Direta e o Método da observação indireta.


* Informações extraídas dos PS-T da Marinha do Brasil.
               

domingo, 27 de março de 2011

Os meios de Comunicação

  •   De Massa - São consumidos Pela maioria da População apresentam Perfil e Similares. Compreendem UMA Aberta TV, rádio, mídia exterior hum;
  •  Segmentados - São consumidos Por Parte da População e apresentam Perfil Levemente predominaram classes A e B. Compreendem NAS Como Revistas e Jornais OS;
  •  Fragmentados - São consumidos Pela Menor Parte da População e predominaram as classes A e B. apresentam Perfil NAS Compreendem UMA Internet, TV Por Assinatura e Cinema.
Televisão Aberta:

  • Nao Exige Instrução NEM Renda Parágrafo consumido Serviços, o Único Necessário e Investimento AQUISIÇÃO Aparelho de hum hum. Proporciona Lazer e Entretenimento;
  • E Fonte de Referência e Informação n º UMA maioria dos telespectadores, Que Pelas Características Culturais e Econômicas da População, co ma nao Acesso UMA Outros Meios de Comunicação,mo UMA Mídia impressa, Por Exemplo;
  • Como percebida e Meio "mágico" por TRAZER Parágrafo Dentro do Aparelho, tempo in real e ao vivo, UMA imagem, com som e Movimento, de hum Que softwares acontecendo estabele Fato Antigos Outro Lugar nenhum Mundo.
Rádio:

  •  Nao Exige Instrução NEM Renda parágrafo serviços consumido, o Único Investimento Necessário e um AQUISIÇÃO Aparelho de hum;
  • Por SUA Caracteristica de portabilidade, in Vários Acompanha o ouvinte Locais e Momentos, Por ISSO é 'Companheiro' considerado;
  • Não Caso da FM, de Geral modo, Apresenta uma música Como forma de Entretenimento;
  • Não Caso da AM, de MoDo Geral, Apresenta Características de Prestação de Serviços de Interesse da COMUNIDADE, Como Informações Sobre a Situação do Trânsito, Previsão do Tempo e Informações de Utilidade Pública;
  • Como lida com apenas o Sentido da Audição, o ouvinte, de ACORDO COM O Estímulo sonoro Recebido, AMPLIA SUA CAPACIDADE imaginativa. O Estímulo agradavel Precisa serviços.
  •  
Jornal
  •  Exige instrução e renda para ser consumido;
  • Destina-se a um público exigente, crítico, formador de opinião e, quase sempre fiel ao veículo pela afinidade com sua postura editorial;
  • Apresenta notícias sobre vários assuntos locais, nacionais e internacionais, como política, economia e esportes, que estão divididos em cadernos para facilitar a leitura;
  •  Assume a função de prestador de serviços pois apresenta informações de interesse da comunidade, como peças de teatro e filmes em cartaz, tempo e temperatura;
  •  Favorece a crítica e o debate, de acordo com a posição adotada pelo editor e matérias assinadas pelos jornalistas;
  • Por registrar a palavra, confere credibilidade e caracteriza compromisso formal com o leitor.
Revista

  •  Exige instrução e renda para ser consumida;
  • Destina-se a um público exigente, crítico, formador de opinião e, quase sempre fiel ao veículo pela afinidade com sua postura editorial. Muitos leitores costumam guardar os exemplares por um bom tempo ou colecioná-los, visando futuras consultas;
  • Percebida como autoridade e fonte de referência por sua característica de segmentação editorial, em que aborda determinados assuntos em maior profundidade;
  • Por sua característica de portabilidade, pode ser consumida em qualquer local a qualquer momento;
  • Por registrar a palavra, confere credibilidade e caracteriza compromisso formal com o leitor.
 
Internet

  • Exige instrução e renda para ser consumida;
  •  Destina-se a um público mais exigente, crítico, formador de opinião e receptivo a novidades;É a maior difusora de conhecimento, porque permite acesso à informação e à pesquisa sobre qualquer assunto, de qualquer lugar e a qualquer momento;
  •   Promove a interatividade entre os usuários, com conexão local e internacional;
  •  É percebida como moderna e associada à tecnologia de ponta;
  •  Permite que o usuário participe do meio com a construção de seu próprio site;Permite liberdade de expressão por ser virtual e não existir nenhum tipo de restrição com relação a seu conteúdo, pelo menos por enquanto.

TV por assinatura
  • Exige renda e instrução para ser consumida, pois alguns canais, como os de filmes, são legendados;
  • É percebida como meio que confere status e prestígio social, por ser pago e a programação ser em sua maioria internacional;
  • Proporciona lazer e entretenimento;
  • Oferece liberdade de escolha, pois sua programação é segmentada por assunto e gênero, de produção nacional e internacional.
    TAMANAHA, Paulo. Planejamento de Mídia: teoria e experiência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.

    COMUNICAÇÃO DE MASSA I


    É o sistema de comunicação caracterizado por ser num só sentido, possui audiência anônima, de caráter rápido e transitório dirigido ao grande público.
    Informações Possibilitam que Sociais Diversas camadas, o Componente Seu principal e O Público.
    Exemplos de Veículos de Comunicação de Massa
    • Rádio: e Um Veículo de Comunicação de Massa devido o Seu José do Rio Preto, Penetracao e velocidade de Informação.
    • Jornal: e Um Veículo de Comunicação de Massa e Maiores SUAS Três Vantagens do Jornal se comparado AO Rádio e à Televisão: Espaço tempo, e durabilidade.

    * Informações extraídas dos PS-T da Marinha do Brasil.

    PS-T Marinha do Brasil

    Com base nas Provas do Processo seletivo para ingresso no Quadro Técnico do Corpo Auxiliar da Marinha PS-T/ 2003, 2009 e 2010, vamos estudar os temas que foram pertinentes nesses processos.